ONDE COMEÇA O CAMINHO DA FELICIDADE?

Há muito tempo que a maioria de nós seres humanos buscamos
obstinadamente o segredo da felicidade sem encontrá-lo.

Pela importância que a felicidade tem na vida de cada um de nós, pretendo
tratar continuadamente em nossas mídias, dando a ele a relevância que ele
deve ter em nosso dia a dia.

Por muito tempo pensei que minha vida seria sempre plena de felicidade.
Com o tempo observei que alguns obstáculos do meu caminho impediam
que minha felicidade fosse completa.

Com o passar do tempo compreendi que meu estado de humor era que me
fazia feliz ou infeliz.

Neste momento da minha vida, percebi que eu deveria me conhecer melhor.
Eu entendi que precisava conversar comigo mesmo sobre a minha
felicidade.

Então me perguntei:

Luiz Carlos você é capaz de ser feliz ou infeliz? Sim. Neste momento eu
sorri. Entendi que eu tinha o dom de me capacitar para ser feliz ou
infeliz.

Sempre tive o hábito de ler muito, de dançar, de tocar violão, de cantar, de
praticar esporte e outras artes.

Toda vez que eu canto ou ouço:

“O que é o que é?”, do “Gonzaguinha”, percebo que mais uma vez, estou
diante de um convite para refletir sobre o caminho da felicidade.

Por isto estendo este convite a vocês, meus leitores para que entrem
sempre em contato com este caminho.

Leiam, releiam, cantem, ouçam e se alimente música “O que é o que é?”, do nosso grande Gonzaguinha.

“Eu fico com a pureza da resposta das crianças
É a vida, é bonita e é bonita…

Viver! E não ter a vergonha de ser feliz
Cantar e cantar e cantar a beleza de ser um eterno aprendiz…

Ah meu Deus! Eu sei, eu sei que a vida devia ser bem melhor e será
Mas isso não impede que eu repita é bonita, é bonita e é bonita…

E a vida! E a vida o que é? Diga lá, meu irmão

Ela é a batida de um coração
Ela é uma doce ilusão, hê! hô!…

E a vida, ela é maravilha ou é sofrimento?
Ela é alegria ou lamento?

O que é? O que é, meu irmão…
Há quem fale que a vida da gente é um nada no mundo

É uma gota, é um tempo que nem dá um segundo…

Há quem fale que é um divino mistério profundo
É o sopro do criador numa atitude repleta de amor…

Você diz que é luxo e prazer,
Ele diz que a vida é viver
Ela diz que melhor é morrer pois amada não é e o verbo é sofrer…

Eu só sei que confio na moça e na moça eu ponho a força da fé
Somos nós que fazemos a vida como der, ou puder, ou quiser…

Sempre desejada por mais que esteja errada
Ninguém quer a morte só saúde e sorte…

E a pergunta roda, e a cabeça agita
Eu fico com a pureza da resposta das crianças
É a vida, é bonita e é bonita…”

Confesso que incorporei este poema do nosso Gonzaguinha no meu
coração. Não tive dúvidas da assertividade do seu conteúdo.

De fato posso dizer com certeza:

Que a vida é bonita, é bonita e é bonita e que eu não posso ter vergonha
de ser feliz…

Gosto sempre de dizer em meus trabalhos que todo ser humano deve se
reprogramar progressivamente para cuidar cada vez melhor da sua
felicidade.

Um beijo no coração de todos, Luiz Carlos Faria.

CURA

Que processo é esse que depende da fé, da oração e da esperança?

No momento atual jamais podemos deixar de reconhecer e falar que qualquer processo de cura deve e precisa começar pela fé

pela oração e pela esperança.

Interessante relembrarmos aqui que os grandes sábios da humanidade sempre souberam que todo o processo de cura de qualquer ser humano começa sempre a partir de uma atitude mental definida e positiva, capaz de gerar uma certeza íntima, uma forma de pensamento chamada convicção, que deve sempre se fazer presente em todo aquele que participa de qualquer processo de cura seja ele simples ou altamente complexo.

Uma cura qualquer só pode acontecer a partir de uma esperança confiante que age como sugestão poderosa no chamado paciente, que assim pode liberar a força curativa que existe dentro da sua alma.

Atualmente não podemos mais ter dúvidas, que nenhum enfermo ou doente vai se curar por força diferente da que curou seu vizinho, embora seja certo que eles poderão ter sido curados por caminhos diferentes.

Para o momento é cada vez mais pertinente dizermos, que todo processo curativo, só será bem sucedido se os envolvidos num determinado processo de cura, possuírem a convicção que a cura existe.

O comportamento aqui sugerido serve para os médicos, para todos terapeutas, religiosos e outros participantes envolvidos em qualquer processo de cura.

Um beijo no coração de todos, Luiz Carlos.

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